Painel 2

August 6th, 2010

O jornalismo no twitter: informação ou interação?

Como a chamada mídia tradicional tem utilizado as redes sociais e suas ferramentas? Apenas para divulgar manchetes com links para seus portais ou efetivamente estabelecem uma via de mão dupla com seus seguidores? De que forma “mídias locais” podem aproveitar as redes para interagir com seus leitores?

Mais importante ainda, para o debate, é saber como essa mídia poderá mobilizar seus leitores, ou seguidores, para uma ação cidadã com relação às suas cidades? Como diferenciar um uso com fins tão somente comerciais de um uso compartilhado que traga mudanças benéficas para todos?

Pretende-se que essas e outras questões sejam apresentadas por representantes da mídia local de Bento Gonçalves e debatidas com convidados que já atuam de forma diferenciada na rede.

Palestrantes

Vany Laubé

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Jornalista por opção, ossos do vício e insistência existencial. Minhas moedas de troca no #twitter são compostas de #olhovivofarofino; #atenção desmedidamente exacerbada e constante – na medida do possível – #troca. Só assim tem sido possível construir e manter relacionamentos perenes, #twittzades e, sobretudo, realizar #twittencontros (aliás, como este! :D ).

As ações envolvendo as mídias sociais? Oficialmente iniciadas em 2009, ano #sabático dedicado somente ao seu estudo e, por pura paixão, à ferramenta do pássaro azul.

Mosaicosocial para todos, Vany Laubé para poucos. Experiência tridimensional em Comunicação. Jornalista de Redação, em 1984, pulei para o outro lado do balcão em 1987; agora, com as #sm, tudo se integra, tudo se entrelaça, tudo se conversa e nada será como antes. #tamojuntoemisturado.

Qualidade acima de tudo, uso o #twitter propositalmente para interagir, fazer laboratório, analisar comportamentos, avaliar resultados, tentar novas perspectivas e, sobretudo, encontrar novos #twigos. Afinal… “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” Charles Chaplin #quote

#1987 – prêmio Aberje de melhor newsletter externa

#1995 – Tradução livro Mobilidade 2001 – World Business Council for Sustainable Development

#1999 – Responsável pela maior conta de PR de key-client da América Latina da Burson-Marsteller, tendo triplicado seu faturamento para a agência em apenas seis meses

#2003/2004 – 1ª. jornalista a criar um site de dicas para jornalistas e estudantes de RP sobre atendimento e assessoria de imprensa

#2009 – mudança de paradigma com entrada das #sm no cotidiano

#2010 – Graças ao #Twitter, integrou projeto de edição jornalística de textos de fóruns do Comitê para a Cultura de Paz da Associação Palas Athena, contratada pela também jornalista Bete Santana (@esjournalist), cuja sintonia de trabalho, cumplicidade e qualidade de relacionamento foram de tal intensidade que tornaram então relatório burocrático grampeado num livro com diagramação, fotos, papel couchê brilhante.

#2010 – Graças ao #Twitter, convidada pela @thaisnaldoni para ministrar a #oficinaimprensa sobre Jornalismo em Internet e Mídias Sociais

#Futuro – continuar palestrando sobre Jornalismo e Mídias sociais em empresas, para colegas e incautos, em cursos de férias, semanas de comunicação, aulas particulares e em Universidades. A ementa está pronta :D

Contatos:

Twitter: @mosaicosocial

Blog: http://mosaicosocial.blogspot.com

Empresa: http://www.maismosaico.com.br

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José Luiz Goldfarb

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possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia e História da Ciência – McGill University, Canadá (1980) e doutorado em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (1992).

Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, vice-coordenador do Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência para o Biênio 2009/2011.

É também coordenador dos Programas de incentivo à leitura: 1. “São Paulo: um Estado de Leitores” da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2. “Letras de Luz” da Fundação Victor Civita/Energias do Brasil (Tocantins, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e São Paulo), 3. “Rio: uma cidade de Leitores” da Secretaria de Educação da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro.

Curador do prêmio jabuti da Câmara Brasileira do Livro, assessor da Vice-Presidência Cultural e Social da Associação Brasileira ‘A Hebraica’ de São Paulo, conselheiro da Biblioteca Haroldo de Campos (Casa das Rosas – Secretaria de Estado da Cultura), presidente do conselho deliberativo da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo, conselheiro da Associação Brasileira ‘A Hebraica’ de São Paulo, diretor de eventos da Sociedade Brasileira Amigos da Universidade Hebraica de Jerusalém, coordenador do Corredor Literário na Paulista – Secretaria de Estado da Cultura.

Tem experiência na área de História, com ênfase em História das Ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: história da ciência e ciência no século XVII, influências herméticas em Isaac Newton, ciência e religião, história da ciência no Brasil; bibliotecas públicas, políticas públicas de promoção do livro e da leitura, judaísmo, cinema, e elaboração, produção, viabilização e implantação de projetos e eventos culturais.

Goldfarb é twitteiro, santista roxo e “quase rabino”. Nas suas próprias palavras “Sou uma pessoa meio renascentista, de mexer na arte, mexer na ciência, misturar todas as coisas. Quando estou em determinada atividade, meu foco está somente nela. Esqueço todo o resto”

Filho de imigrantes poloneses, o paulistano Goldfarb só deixou São Paulo durante os anos em que estudou História da Ciência no Canadá, no fim dos anos 70. “Brinco que sou uma pessoa que nasceu, vive e espera, com uma vida longa, morrer muito perto de tudo”, afirma.

A paixão pelos livros vem de cedo. “Meu pai (que era engenheiro) me incentivava muito, comprava livros para mim. Uma vez cismei de ler Shakespeare e ele logo trouxe todos”, recorda. E foi em uma das bibliotecas da Universidade de São Paulo (USP), onde se formou físico em 1978, que conheceu sua mulher, Ana Maria – também formada em Física e, assim como Goldfarb é desde 1991, professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). “Não à toa, uma das coisas que a gente fala muito hoje em dia é que a boa biblioteca tem de ter convivência, como a Biblioteca de São Paulo (do Parque da Juventude)”, comenta.

no Twitter é @jlgoldfarb

informações do Curriculo Lattes e do jornal Estadão

O painel será mediado pela jornalista Elisabete Santana:

bete

Elisabete Santana, jornalista, radialista, fotógrafa, especialista em planejamento estratégico e comunicação corporativa. Fundadora, em 1987, da Soma.CP Comunicação . Membro da coordenação do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz – parceria UNESCO-Associação Palas Athena e do ConPAZ – Conselho Parlamentar pela Cultura de Paz da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.
Tradutora de Educar para a Paz em Tempos Difíceis e Pedagogia da Convivência, de Xesús R. Jares, Palas Athena Editora. Editora de Cultura de Paz: da Reflexão à Ação, editado pela UNESCO.
Antes e acima de tudo, ativista de Cultura de Paz – o que dá sentido e move meus passos pelo Planeta. Multiplicadora em Ética, Pensamento Complexo, Pensamento GandhianoDiálogo – ferramentas indispensáveis ao ativismo no qual atuo.
Ex-ferrenha-resistente às mídias sociais, atual-completamente-apaixonada-e-ativista delas e nelas (#oravejasoquecoisa). Não luto; trabalho. Não creio; trabalho. E, confio, até a medula, em nossa capacidade de construir uma convivência melhor sobre o Planeta.

É hostess do botequim mais famoso do Twitter: o #botequimtuitajoaquim

Conceitos fundamentais balizam minha atuação: http://somacpcomunica.blogspot.com/p/poetic-feelings.html.

Sites: Soma.CP Comunicação: (http://somacpcomunica.blogspot.com)

Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz: www.comitepaz.org.br


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